terça-feira, agosto 08, 2006

Desculpem-me os cépticos mas....

Eu curto estas coisas... mesmo, mesmo!!

Yours trully

Vice-Campeões do descanso.

"Os portugueses têm mais dias de descanso, entre férias e feriados, que os restantes cidadãos europeus, à excepção dos italianos que conseguem não trabalhar durante 40 dias do ano. Em contrapartida, a semana de trabalho em Portugal tem 1,1 horas a mais que a média da União Europeia." - in O Correio da manhã

Aqui está, meus srs., uma coisa de que devemos ter orgulho. Com o índice de produtividade altíssimo que este país apresenta(e, para o caro leitor que não se apercebeu, estou obviamente a ser irónico), o que a malta tem de ter mais orgulho é de passar mais tempo sem sequer fazer um artefacto tradicional das Caldas do que quase todo o resto da Europa, quase toda porque pelos vistos os italianos não têm Caldas mas conseguem fazer ainda menos que nós.

É incrível a quantidade de coisas a que os italianos são bons, pá! Os homens foram campeões do Mundo de futebol, têm uns condutores que em média são os mais irresponsáveis e com menos civismo( e é mesmo verdade! a condução em Itália é, por mais incrível que pareça e em média, pior que no nosso país!), e agora esta pérola. Conseguem fazer ainda menos que nós durante um ano. Fabuloso, pá!

Mais desabafos... enfim.

Yours trully

quarta-feira, agosto 02, 2006

Águia voa... como o crocodilo...

A malta que me conhece sabe que eu sou benfiquista desde que nasci e, so nao era nove meses antes porque o meu pai é do Sporting. Mas preferências clubísticas à parte sou, acima de tudo, amante de bom futebol. E perguntam vocês "Mas se este gajo é amante de bom futebol, como pode ele ser do Benfica?", em situações normais a resposta a este tipo de perguntas seria um sinal gráfico com a mão direita (ou com as duas mãos, dependendo da consieração que teria pelo "perguntador"), mas não, neste momento o "Glorioso" S.L.B., como gostam os mais aficionados de lhe chamar (e eu também, muito raramente), tem, neste momento, tantas hipoteses de ser campeão ou qualificar-se para Liga dos Campeões (para não falarmos de coisas assim muito malucas) como o Real Sport Club ali da minha zona (que só para quem não sabe, perdeu 6 sequinhos com o Sporting nos poucos jogos de preparação que este teve) que está na 3ª Nacional, se não me engano( ou nao 2ª B..??). Ora isto deve-se a quê? Eu não quero dizer mal do sr. "inginheiro" ( com i mesmo), mas eu acho que ele está fartinho de fazer mer... ehm... có-có( e não, isto não é o barulho que o Moretto fez quando sofreu o golo contra o Depor).

Ora então vejamos: Que raio faz o Katsouranis ao lado do Petit na táctica do sr "inginheiro"(não me enganei outra vez... é mesmo com i)? É que nem o Petit sabe descair para a direita nem o Katsouranis sabe descair para a esquerda, marcar golos do meio campo ele sabe (na baliza errada, mas sabe), mas descair para a esquerda não. Ora se um não descai para a esquerda nem o outro para a direita, dá asos a que eles andem os dois a dar miminhos... um ao outro!! Que bonito...!! Isto dá direito a termos(Portugal) menos uma equipa na Liga dos Campeões...

Enfim... desabafos...

Yours trully...

quinta-feira, julho 27, 2006

O que os gatos têm a dizer sobre o grande site da Ana Malhoa

Este foi de facto um assunto que me apoquentou durante alguns momentos, principalmente porque não sabia o que escrever quando vi tamanha... nem sei o que diga.

Logo, o sr Ricardo Araújo Pereira facilitou-me a vida e fez o favor de materializar neste artigo os pensamentos de muito boa gente que foi ver o site.

Sem mais...

"SE TE SENTES DIFERENTE ENTRE OS DEMAIS: Haverá poucas coisas mais urgentes do que visitar o sítio oficial de Ana Malhoa. Ao cimo, à direita, estão dois botões: um para quem quer percorrer a página ao som da, digamos assim, música de Ana Malhoa, e um outro para quem deseja manter-se saudável. Há que optar bem. Somos recebidos (como se fôssemos dignos de tal honra) pela própria cantora. Percebemos imediatamente que chegámos em má altura, uma vez que apanhamos Ana Malhoa em cuecas – mas não é por lamentarmos o sucedido que deixamos de prosseguir. Diante de nós está, de facto, Ana Malhoa, de microfone na mão, dedicada àquilo que melhor sabe fazer: estar de boca aberta. Como veremos adiante, Ana Malhoa revela uma pertinaz incapacidade para se deixar fotografar com a boca fechada. Já lá iremos. Por ora, detenhamo-nos um pouco mais neste estupendo frontispício. Uma inquietação mortifica os visitantes (mesmo aqueles que já desligaram a música). Ana Malhoa apresenta-se com a mão na anca, e parece evidente que está aos gritos. O que falta aqui? A resposta é óbvia: falta uma canastra de peixe para vender. E é isso que inquieta.
O leitor atento nota ainda que a fotografia contém uma proposta (talvez mais que uma, mas só esta é que se pode verbalizar em público): Ana Malhoa propõe que o espectador relacione, por associação das expressões faciais, a identidade da artista com a do animal que traz estampado na camisola. O projecto, contudo, não é totalmente bem sucedido: se a boca e o sobrolho estão parecidos com os do tigre, já o olhar inteligente do bicho foi impossível imitar.
Agora, é indispensável visitar a secção "Foto". Numa análise preliminar, dir-se-ia que o que mais surpreende e entusiasma, em Ana Malhoa, é o modo como o sublime e o rasca habitam a mesma morada – embora por vezes seja preciso estar mesmo muito atento para dar com o sublime. É aqui que percebemos a filosofia do sítio oficial de Ana Malhoa. Dito simplesmente, o que está em causa não é a música, é o traseiro. O rabo de Ana Malhoa é o grande protagonista da página, o que me é, aliás, muito conveniente. Em música serei um leigo – mas de nádegas, meus amigos, de nádegas percebo eu. Talvez seja importante começar por salientar que, em rigor, as nádegas são uma especificidade do ser humano. Há na natureza quartos traseiros, há chambão, há pernil? Há. Mas aquilo a que se chama nádega, a convexidade glútea tal como a conhecemos e amamos, só a posição erecta consegue proporcionar. Eis as três características exclusivas da humanidade: a consciência da morte, a capacidade de rir, e o cu. Sendo que, volta e meia, aparecem associadas: pessoalmente, já me ri de alguns rabos; perante outros, tive a percepção aguda da finitude (por exemplo, pensando: "Diacho. Muito provavelmente vou morrer sem palpar aquelas nádegas"). Portanto, quando Ana Malhoa subordina o seu sítio oficial ao rabo, está a ser, talvez, demasiado humana. Mas, ainda assim, original. Há várias representações de nádegas na história da arte, desde a esteatopigia da Vénus paleolítica até às Três Graças, de Rubens. Porém, nenhum artista teve a ousadia de representar o rabo como Ana Malhoa. Refiro-me, especialmente, à fotografia em que, de fato-de-banho e saltos altos, a cantora exibe o rabo agarrada a duas cadeiras, enquanto dirige ao espectador um olhar desconfiado por cima do ombro. Uma observação cuidada do rabo (e eu fi-la) revela uma faixa branca, não crestada pelo Sol, na base das nádegas. Essa faixa láctea é todo um manifesto. Como se, por intermédio do rabo, Malhoa nos dissesse: "Possuo umas nádegas tão fartas que até o Sol tem dificuldade em tisná-las todas." Quantas mensagens há, por essa Internet, mais interessantes do que esta?
Chamo também a atenção para as fotografias de Ana Malhoa no banho. Muitos e bons pintores têm representado banhistas mas, uma vez mais, nunca como aqui. É uma vergonha para Cézanne , Picasso, Courbet e companhia, mas nenhum deles alguma vez se lembrou de pintar uma banhista num chuveiro com azulejos cor-de-rosa. Depois de contemplar Ana Malhoa no banhinho, parece-me óbvio que todo aquele que busca a beleza não pode continuar a negligenciar o poliban. RAP"

Yours trully...

Pra quem nao conhece o modesto artista que é a minha pessoa, faço aqui uma pequena apresentação "blogistica". Não sou menino de grandes posts, nem de linguagem técnica. Escrevo o que me vai na ervilhinha e detesto escrever por obrigação. Alguns hão-de conhecer-me de participações no blog do Renato Graça( http://renatograca.blogspot.com ) e sabem, de certo, que sou dado a criticar (com ou sem razão) quase tudo o que me pareça absurdo.
Deixo, desde já, aqui a mensagem a quem interessar que, salvo convites e/ou assuntos que me parecem (mesmo!!) pertinentes, vou deixar de subscrever posts no blog do meu grande amigo, pelo simples motivo de salvaguardar os artigos do mesmo. Não que os meus artigos tenham alguma vez ferido susceptibilidades, mas apenas acho que os artigos do Renato são, para além de muito bons, artigos técnicos sobre a área dele, o que faz com que os meus posts surjam, de vez em quando, desenquadrados.
Agora mais a respeito do blog em si. Prometo que NÃO vou, de forma nenhuma, actualizar o blog todos os dias (nem pouco mais ou menos). Os artigos podem, ou não, falar de situações ou factos reais, mas serão todos, sobretudo, virados para a boa-disposição e com uma maneira um pouco mais alternativa de ver certas e determinadas coisas...

Yours trully...